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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Extraordinário - RJ PALACIO



Sabe quando você repara que precisa começar 2014 lendo algo, ai sai procurando como doido qualquer coisa na saraiva? Eu fui em busca de O teorema de Katherine, mas ai li a sinopse de extraordinário e percebi que era o livro que precisava ler naquele momento. Saraiva como sempre linda ♥♥ entregou em 2 dias e veio embaladinho com essa capa maravilhosa que eu amei.
É quase um infanto juvenil. Digo isso porque o Aug (personagem que conta quase toda a historia) é um garoto de 10 aninhos. Ele joga bola, toma sorvete, joga video-game e faz tudo que qualquer garoto faz. Mas ele nasceu com uma sindrome, que deixou seu rosto deformado. Muito deformado. E isso o torna extraordinário.
O livro começa com a decisão da mãe de Aug decide coloca-lo na escola. Sendo contado por Aug, e vai passando por cada um da família e amigos. É uma parte interessante, você perceber vários pontos de vista e conseguir assimilar cada um na sua razão. Ir para a escola no caso de um garoto como Aug é dificil. As pessoas tem um preconceito enorme com teu rosto. E isso, contado por um menino de 10 anos é triste... mas lindo ao mesmo tempo!
Esse livro me fez ver o QUANTO eu erro. Caramba. Eu erro com os outros. Erro quando olho duas vezes para uma pessoa deficiente na rua, ou quando ficamos reparando no prato daquela pessoa mais gordinha que senta do nosso lado no restaurante. Julgamos as pessoas pela aparência. Vou te dizer viu, nunca investi meu dinheiro num negocio tão bom pra mim quanto esse livro.
R.J. Palácio acertou ♥ ficou magnifico e nos fez acreditar em cada palavra contada.

Nota:
 *-*

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Me rendi: A cabana. (1/13)


Isso não é uma resenha. Todo mundo já leu dezenas de resenhas deste livro, e todo mundo já leu este livro. É bem capaz de ao ler esse post você tomar um "spoiler", apesar de que eu acho que não dá pra dar spoiler em "A Cabana".
Bom, A Cabana é aquele livro que te dá um sermão pior do que quando você deixa a toalha molhada em cima da cama e sua mãe te grita. Mas o sermão é sem você ficar bravo ou envergonhado, pelo contrário, você se sente bem em ter errado e luta pra não fazer de novo.
É tão gostoso de ler que eu li bem rapidinho. E vou te dizer viu, que eu me revoltei com o que aconteceu com Missy mais do que o próprio Mack. Desejei que encontrassem ela viva (apesar de quase impossível) até o fim do livro.
O capitulo "Olha o juiz ai, gente", me deu várias indiretas. Mudei meu jeito de pensar totalmente. E chorei quando eu TAMBÉM não consegui perdoar o assassino. Por um instantinho eu até perdoava, mas depois eu pensava "e se fosse com alguém da minha família?" e ai ia tudo por água abaixo, já logo desejava que ele tivesse um fim terrível.
É claro, que todo mundo diz que o autor "forçou a barra"; Mas você não pode se apegar aos detalhes como "Deus cozinhando" ou "Jesus tacando pedras no lago". É a lição que você leva de tudo isso que realmente importa. É como em "O monge e o executivo" (alguém já leu este?), que se você se apegar na história você nunca vai entender o livro.
O livro conseguiu me responder questões que eu mesma me fazia o tempo todo. Se você já sofreu com a perca de alguém, acho que é um excelente livro pra você: te conforta muito. É quase como arrancar sua dor com a mão. Parece que as vezes o livro está falando com você ao invés de ser Deus falando com Mack.
Então, esse foi meu 1 dos 13 que quero ler neste 2013. É claro que quero passar essa meta, mais com a faculdade... bom.
Hoje começo a ler outro livro. Esse, por ser meio desconhecido, vai precisar de uma resenha, bem explicadinha, e estou com muitas expectativas em relação a ele. Mas aí é assunto pra outro post.

Avaliação:

TOP  3 FRASES
1. - Não é da natureza do amor forçar um relacionamento, mas é da natureza o amor abrir um caminho"
Se encaixou completamente em mim. *-* acho melhor não comentar sobre esta frase
2.- "O perdão existe em 1º lugar para aquele que perdoa,para libertá-lo de algo que vai destruí-lo, que vai acabar com sua alegria e capacidade de amar integral e abertamente(...)Perdoar não significa esquecer"
É isso que estou tentando fazer faz algum tempo...É o que eu sempre digo: Perdoar e não confiar novamente, é.
3.-"... - Sem dúvida!- Ele fez uma pausa e depois olhou para Mack.- E teria feito aquilo mesmo se fosse somente por você. Mas não foi! - disse com um sorriso acolhedor."
Acho que esse é o diálogo mais lindo do livro.